Hoje vamos falar sobre produção independente e reprodução assistida, ou seja, a possibilidade de exercer o direito de ter um filho sem necessariamente ter um parceiro.

Já se foi o tempo em que na configuração das famílias predominava um pai, uma mãe e as crianças.

Com o passar dos anos, as famílias chefiadas por mulheres e as formadas por casais homoafetivos são cada vez mais comuns, bem como tem crescido o número de casos de produções independentes, também chamadas de famílias monoparentais.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), tanto homens quanto mulheres podem recorrer à reprodução assistida para alcançar esse objetivo.

No caso dos homens, além de uma doadora de óvulos, será preciso contar com um parente consanguíneo de até 4° grau (mãe, irmã, avó, tia ou prima) que possa ceder o útero para gestar o bebê, o que chamamos de cessão temporária de útero ou barriga solidária.

Já as mulheres precisam obter espermatozoides doados e, para isso, podem recorrer a bancos de sêmen nacionais ou internacionais. Uma vez que tenham o material, dependendo da indicação médica, podem realizar uma Fertilização in vitro (FIV) ou uma Inseminação Intrauterina (IIU).

Como na produção independente não é possível compartilhar a responsabilidade de ter um bebê com outra pessoa, é importante avaliar bem os pontos positivos e negativos dessa escolha antes de concretizá-la.

Para mais informações, fale com a Fertivitro!
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Dr. Luiz Eduardo Albuquerque
CRM 61351
Reprodução Humana Assistida

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