Existe um mito de que aborto e curetagem causam infertilidade feminina, o que não é verdade, exceto em raras situações.

O aborto espontâneo acontece em cerca de 15 a 20% das gestações no Brasil. Na maior parte dos casos, o aborto está relacionado a alterações cromossômicas no embrião incompatível com a vida e, por isso, a gestação não segue adiante.

Outros fatores também estão associados a perda gestacional como, por exemplo, maus hábitos de vida, consumo excessivo de álcool, drogas ilícitas, fumo, obesidade, infecções e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Em alguns casos, quando o aborto está retido, é necessário que a paciente seja submetida a curetagem ou a aspiração manual intrauterina (AMIU), para a remoção de restos placentários por meio de raspagem ou aspiração da cavidade uterina.

Em raras situações, quando esse procedimento não é realizado por um médico ginecologista capacitado, e em condições ideais como em um hospital e sob sedação, existe o risco de perfuração uterina e as consequências podem levar a outros problemas como a infertilidade.

Importante ressaltar que, o alerta deve ser dado quando a paciente já sofreu mais de 2 ou 3 abortos recorrentes, independente se a gestação foi de forma natural ou por tratamentos de reprodução assistida.

Nesses casos, é imprescindível uma investigação mais aprofundada, que deve ser realizada por médicos especialistas, para que se possa diagnosticar a causa da infertilidade.

Após o diagnóstico correto e o tratamento adequado, é possível engravidar e levar à gestação adiante resultando no nascimento de bebês saudáveis.

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Dr. Luiz Eduardo Albuquerque
CRM 61351
Reprodução Humana Assistida

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